Dr. Victor Portocarrero - Urologista

5 de setembro de 2024

Como funciona a cirurgia robótica para remoção parcial do rim?

Como funciona a cirurgia robótica para remoção parcial do rim

A cirurgia robótica para remoção parcial do rim, também conhecida como nefrectomia parcial, utiliza tecnologia avançada para remover apenas a parte doente do rim, preservando a função renal.

A cirurgia robótica para remoção parcial do rim é uma técnica minimamente invasiva que permite ao cirurgião remover apenas a parte doente ou afetada do rim, preservando o tecido renal saudável. Esse procedimento é particularmente útil no tratamento de tumores renais pequenos ou localizados, que podem ser removidos sem comprometer o funcionamento do rim. A tecnologia robótica permite uma precisão cirúrgica maior, resultando em menos danos aos tecidos circundantes, menor tempo de recuperação e um risco reduzido de complicações em comparação com cirurgias tradicionais.



Essa técnica se diferencia da nefrectomia total, na qual todo o rim é removido. A nefrectomia parcial é vantajosa para pacientes com doenças renais, tumores menores ou condições que possam afetar ambos os rins, pois mantém a maior quantidade possível de função renal. A utilização do robô cirúrgico dá ao médico uma visão ampliada e tridimensional da área operada, além de permitir movimentos mais precisos com os instrumentos cirúrgicos, o que melhora significativamente os resultados.


Quais são as etapas da cirurgia robótica para remoção parcial do rim?

A cirurgia robótica para nefrectomia parcial envolve várias etapas que garantem a remoção precisa da parte doente do rim. Primeiramente, o paciente é posicionado sob anestesia geral. O cirurgião faz pequenas incisões no abdômen para introduzir os instrumentos robóticos e a câmera que fornece uma visão tridimensional e ampliada do campo operatório.



Durante o procedimento, o robô é controlado por um cirurgião experiente, que manipula os braços robóticos com grande precisão. A parte do rim afetada pelo tumor é cuidadosamente separada do tecido saudável, e a área removida é fechada para minimizar sangramentos e preservar o restante do órgão. A cirurgia robótica permite ao cirurgião suturar os tecidos de maneira rápida e eficiente, reduzindo o risco de complicações pós-operatórias, como vazamento de urina.


Vantagens da tecnologia robótica na cirurgia renal

A principal vantagem da cirurgia robótica é a precisão e o controle que oferece ao cirurgião. Com a tecnologia de visão 3D e instrumentos altamente flexíveis, o cirurgião pode acessar áreas do corpo que seriam mais difíceis de atingir com técnicas convencionais. Outras vantagens incluem:



  • Menos dor no pós-operatório: Devido às pequenas incisões, os pacientes geralmente experimentam menos dor e desconforto.
  • Menor risco de infecção: Com incisões menores e menos invasão, o risco de infecção é significativamente reduzido.
  • Recuperação mais rápida: O tempo de internação hospitalar costuma ser mais curto, e os pacientes podem retornar às suas atividades normais mais cedo.


Quem é candidato para a cirurgia robótica de remoção parcial do rim?

A cirurgia robótica para nefrectomia parcial é indicada principalmente para pacientes com tumores renais pequenos ou localizados, que podem ser removidos sem afetar a função global do rim. Pacientes que apresentam doença renal pré-existente também podem ser bons candidatos, já que o procedimento visa preservar o máximo de função renal possível.



Outros fatores que tornam alguém um bom candidato incluem a localização do tumor e o estado geral de saúde do paciente. A cirurgia robótica é especialmente recomendada para pacientes que podem se beneficiar de uma abordagem minimamente invasiva, reduzindo assim o tempo de recuperação e o risco de complicações pós-operatórias.


Quando a nefrectomia parcial é preferida à total?

A nefrectomia parcial é preferida quando o tumor está localizado em uma parte do rim, permitindo a remoção do tecido doente sem a necessidade de remover todo o órgão. Isso é particularmente importante para preservar a função renal, especialmente em pacientes com apenas um rim saudável ou com doenças renais pré-existentes.



Em casos onde o tumor é muito grande ou está espalhado, a nefrectomia total pode ser necessária. No entanto, sempre que possível, a nefrectomia parcial é o método de escolha, pois preserva a qualidade de vida e a função renal do paciente.


Quais são os benefícios da nefrectomia parcial robótica?

A nefrectomia parcial robótica oferece uma série de benefícios, tanto imediatos quanto a longo prazo. Um dos principais benefícios é a preservação da função renal, uma vez que apenas a parte afetada do rim é removida. Isso é essencial para evitar complicações futuras relacionadas à insuficiência renal, especialmente em pacientes com risco de doenças renais.



Além disso, os benefícios da abordagem minimamente invasiva incluem menor perda de sangue durante a cirurgia, menos dor e cicatrizes menores. O tempo de recuperação também é significativamente reduzido, permitindo que o paciente retorne às suas atividades diárias mais rapidamente. A precisão da tecnologia robótica minimiza os danos aos tecidos circundantes, melhorando os resultados cirúrgicos e reduzindo o risco de complicações pós-operatórias.


COMPARTILHE O POST

FALE COM O DOUTOR
Tratamento da HPB em Jundiaí: Tudo o que você precisa saber
Por Dr. Victor Portocarrero 9 de dezembro de 2025
O tratamento da HPB em Jundiaí envolve avaliação clínica, exames específicos e opções terapêuticas que incluem medicamentos ou cirurgias minimamente invasivas, conforme a necessidade de cada paciente.
Urologista que trata bexiga hiperativa em Jundiaí
Por Dr. Victor Portocarrero 9 de dezembro de 2025
A bexiga hiperativa causa urgência urinária, aumento da frequência e escapes, e deve ser avaliada por um urologista em Jundiaí para diagnóstico e tratamento adequado.
É normal adulto fazer xixi na cama? Saiba quando procurar urologista em Jundiaí
Por Dr. Victor Portocarrero 9 de dezembro de 2025
Fazer xixi na cama na fase adulta não é normal e pode indicar problemas urológicos, neurológicos ou comportamentais, exigindo avaliação com um urologista em Jundiaí.
Médico para inchaço nos testículos indolor em Jundiaí
Por Dr. Victor Portocarrero 9 de dezembro de 2025
O inchaço indolor nos testículos geralmente está relacionado à hidrocele, e deve ser avaliado por um médico urologista em Jundiaí para diagnóstico preciso e prevenção de complicações.
Urologista em Jundiaí: O que pode causar dor ou sensação de peso nos testículos?
Por Dr. Victor Portocarrero 9 de dezembro de 2025
A dor ou sensação de peso nos testículos pode ser causada por varicocele, inflamações ou alterações na circulação, exigindo avaliação de um urologista em Jundiaí para diagnóstico preciso.
Quando procurar um urologista para investigar câncer de próstata em Jundiaí
Por Dr. Victor Portocarrero 9 de dezembro de 2025
Recomenda-se procurar um urologista para investigar câncer de próstata em Jundiaí quando surgem sintomas urinários, histórico familiar, alteração em exames ou após os 45 anos.
Tratamento da gonorreia em Jundiaí: Sintomas e medicações
Por Dr. Victor Portocarrero 1 de dezembro de 2025
O tratamento da gonorreia em Jundiaí deve ser iniciado assim que surgem sintomas como ardência ao urinar e secreção, com uso de antibióticos específicos prescritos por um urologista.
tratamento seguro do herpes genital masculino em Jundiaí
Por Dr. Victor Portocarrero 1 de dezembro de 2025
O tratamento do herpes genital masculino em Jundiaí deve ser iniciado assim que surgem os primeiros sintomas para reduzir dor, acelerar a cicatrização e evitar transmissões.
Quando procurar um urologista para caroço doloroso na virilha em Jundiaí?
Por Dr. Victor Portocarrero 1 de dezembro de 2025
Você deve procurar um urologista em Jundiaí ao perceber um caroço doloroso e crescente na virilha, pois pode ser linfogranuloma venéreo. Se houver dor intensa, vermelhidão, febre ou secreção, o atendimento deve ser imediato.
Verrugas no pênis pode ser HPV? Quando procurar um urologista em Jundiaí?
Por Dr. Victor Portocarrero 1 de dezembro de 2025
Verrugas no pênis podem ser HPV e exigem avaliação imediata com um urologista em Jundiaí para diagnóstico e tratamento seguro.