Dr. Victor Portocarrero - Urologista

9 de dezembro de 2025

Tratamento da HPB em Jundiaí: Tudo o que você precisa saber

Tratamento da HPB em Jundiaí: Tudo o que você precisa saber

O tratamento da HPB em Jundiaí envolve avaliação clínica, exames específicos e opções terapêuticas que incluem medicamentos ou cirurgias minimamente invasivas, conforme a necessidade de cada paciente.

A Hiperplasia Prostática Benigna (HPB) é uma condição comum em homens acima dos 50 anos e ocorre quando a próstata aumenta de tamanho, comprimindo a uretra e dificultando o fluxo urinário. Embora seja uma alteração benigna, seus sintomas podem impactar significativamente a rotina. Por isso, entender como funciona o tratamento da HPB em Jundiaí é essencial para buscar ajuda no momento certo e garantir qualidade de vida.


Os sintomas mais frequentes incluem jato urinário fraco, dificuldade para iniciar a micção, acordar várias vezes à noite para urinar e sensação de esvaziamento incompleto. Quando não tratada, a HPB pode evoluir para complicações como infecções, retenção urinária e prejuízo da função renal. Isso torna a avaliação com um urologista indispensável para definir o grau da doença e o tratamento adequado.


O diagnóstico envolve consulta clínica, toque retal, exames de sangue para avaliar PSA, ultrassom e urofluxometria. Esses exames permitem entender o tamanho da próstata, o impacto no fluxo urinário e as melhores opções terapêuticas. Em muitos casos, o tratamento começa com medicamentos; porém, em situações moderadas ou graves, procedimentos minimamente invasivos podem ser a melhor escolha.


Felizmente, os avanços da urologia permitem tratamentos cada vez mais eficazes e confortáveis para o paciente. Com acompanhamento especializado em Jundiaí, é possível controlar completamente os sintomas e evitar complicações futuras.

Quais são os primeiros sinais de HPB e quando desconfiar do problema?

Os sintomas iniciais da HPB costumam surgir de forma gradual e podem ser confundidos com hábitos ou envelhecimento natural. Um dos primeiros sinais é a diminuição do jato urinário, que se torna mais fraco e lento. O paciente também pode notar dificuldade para iniciar a micção, levando mais tempo até conseguir urinar.


Outro sintoma comum é a noctúria, quando o homem precisa acordar várias vezes durante a noite para urinar. Essa alteração indica que a bexiga está trabalhando mais para compensar a obstrução provocada pela próstata aumentada. Com o tempo, pode surgir urgência urinária ou sensação de esvaziamento incompleto após as micções.


Quando esses sinais começam a interferir no sono ou nas atividades do dia a dia, é fundamental buscar avaliação com um urologista. Quanto mais cedo o diagnóstico, mais simples e eficaz tende a ser o tratamento.

Como o urologista diagnostica a HPB em Jundiaí?

O diagnóstico da HPB começa com uma avaliação detalhada dos sintomas e do histórico clínico do paciente. Em seguida, o urologista realiza o toque retal para avaliar o tamanho e a consistência da próstata — etapa fundamental na investigação da doença. Esse exame é rápido, indolor e fornece informações importantes.


Exames complementares são indispensáveis para confirmar o diagnóstico. O PSA ajuda a diferenciar HPB de outras condições prostáticas, como inflamações ou câncer. O ultrassom das vias urinárias mostra o tamanho da próstata e avalia a bexiga, enquanto a urofluxometria mensura a força e o padrão do fluxo urinário.


Em alguns casos, o estudo urodinâmico pode ser solicitado para avaliar a pressão e o comportamento da bexiga durante a micção. Com esses dados, o urologista monta um plano terapêutico personalizado e adequado à gravidade da obstrução.

Quais são os tratamentos disponíveis para HPB?

O tratamento da HPB é individualizado e depende da intensidade dos sintomas, do tamanho da próstata e do impacto na qualidade de vida. Em casos leves, apenas acompanhamento e ajustes comportamentais podem ser suficientes — como reduzir o consumo de líquidos à noite, evitar cafeína e álcool e urinar em intervalos regulares.


Os medicamentos são a primeira linha de tratamento na maioria dos pacientes. Bloqueadores alfa ajudam a relaxar a musculatura da próstata e melhorar o fluxo urinário. Já os inibidores da 5-alfa-redutase atuam reduzindo gradualmente o tamanho da próstata. Em algumas situações, os dois podem ser combinados para resultados mais eficazes.


Quando os medicamentos não são suficientes ou causam efeitos colaterais, procedimentos minimamente invasivos podem ser recomendados. Essas técnicas modernas oferecem excelente resultado com menos risco e recuperação mais rápida.

Quais são as opções cirúrgicas para tratar HPB?

As cirurgias para tratamento da HPB evoluíram muito nos últimos anos, tornando-se menos invasivas e mais seguras. Entre as principais opções está a RTU de próstata (Ressecção Transuretral), realizada via uretra, sem cortes. É uma das técnicas mais difundidas e eficazes para reduzir o tecido prostático que causa obstrução.


Outra técnica moderna é a enucleação a laser (HoLEP), que remove o tecido prostático com precisão e apresenta excelente resultado para próstatas maiores. Também há procedimentos como Vaporização a Laser (PVP) e técnicas térmicas, indicados para casos específicos, dependendo do perfil do paciente.


A escolha da técnica ideal depende do tamanho da próstata, dos sintomas e da avaliação do urologista. Em Jundiaí, esses procedimentos permitem recuperação rápida e retorno precoce às atividades diárias, com significativa melhora dos sintomas urinários.

HPB pode causar complicações se não for tratada?

Sim. Quando ignorada ou mal acompanhada, a HPB pode gerar complicações importantes. A principal delas é a retenção urinária aguda, quando o paciente perde completamente a capacidade de urinar e precisa de atendimento imediato. Outro risco é o enfraquecimento da bexiga, que pode perder força ao longo do tempo.


Infecções urinárias recorrentes, presença de sangue na urina e formação de cálculos vesicais também podem ocorrer. Em casos mais avançados, a pressão causada pela obstrução pode comprometer os rins, levando a alterações mais sérias na função renal.


Por isso, o acompanhamento contínuo com urologista é essencial, mesmo para pacientes com sintomas leves. A HPB é tratável e tem excelente prognóstico quando monitorada corretamente.

Conclusão

Sempre que houver sintomas urinários persistentes — como dificuldade para urinar, jato fraco, noctúria ou sensação de esvaziamento incompleto — é importante procurar avaliação especializada. O tratamento da HPB em Jundiaí oferece múltiplas opções, desde medicamentos até procedimentos modernos, garantindo controle seguro e eficaz da doença.


O Dr. Victor Portocarrero realiza avaliação completa, orienta o melhor plano terapêutico para cada paciente e acompanha todo o processo de tratamento, proporcionando qualidade de vida e segurança.

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